CONEXÕES INVISÍVEIS.
Eu não faço músicas, nem desenhos, muito menos poesias...
Essas entidades em forma de arte tem as suas próprias vidas.
O que acontece é que a gente se encontra, ou elas me visitam,
vindas do invisível, e a parte que me cabe é traduzir o indizível
de cada encontro.
Faço uma fotografia de cada momento, uma selfie da alma do lado de
dentro. Começa como um esboço, a tela do artista e as tintas do
destino. Cada cor tem seu som, cada acorde uma vocação, e tudo vai
se traduzindo, paisagens, palavras, imagens e melodias vão surgindo.
Então não faço nada, nem músicas, nem poesias. Só observo, sem
pressa, porque nunca se esgotam essas conversas, e o que parece que
aconteceu em um só dia, pode ser parte dos diálogos de toda uma vida.
A beleza da arte é ser imprevisível. Inspiração, transpiração,
conexão invisível.
Conti:.

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👏👏👏👏
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