SABOR ARTIFICIAL, IDÊNTICO AO NATURAL DE:
Você sabe que não tem nada de cereja na bala de cereja, mas chupa como se a balinha tivesse sido colhida da própria cerejeira. Na embalagem deve dizer algo como:
“essência de cereja” ou “aromatizante”.
Por aqui você encontrará, tão natural quanto uma cereja, sínteses de cunho pessoal, e reflexões particulares. Mesmo que o eixo deste blog não o faça girar ao redor de publicações científicas e artigos acadêmicos cabe dizer que as ideias aqui não são “tiradas da cartola” e que também nunca parei de estudar, mas neste sentido só me interessa o que serve na prática, foi assim que concluí meu bacharelado em comunicação, um curso técnico em ciências náuticas e uma porrada de cursos livres de negócios, finanças e logística, passando por astronomia e esoterismo; também foi por isso que deixei pelo caminho duas pós-graduações meia boca em economia e marketing, que me acrescentavam menos do que alguns bons canais do youtube, e me dava a sensação de estar mastigando uma bala azeda, com plástico e tudo.
Estudar vem do latim: studiare, derivado de studium, que significa: zelo, paixão, empenho e gosto por algo.
Dito isso, e para quem me acompanha por aqui há algum tempo, talvez perceba que o blog fará uma curva suave em um rumo um pouco diferente. Músicas, poesias, contos e crônicas do dia a dia seguem na pauta, mas estarão permeadas por alguns experimentos com inteligência artificial. Nada técnico, apenas mais uma paixão que tem me movido a “remar pra não deixar que a onde me carregue de qualquer jeito.”
Introdução concluída,
Se você não sabe absolutamente nada sobre INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL as próximas postagens podem ser úteis, e te tirar da inércia.
Se você acha que INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL é só o chat gpt, e que isso serve pra transformar fotos em desenho, ou fazer trabalhos de faculdade, talvez você também acredite que a bala de cereja é feita de cereja.
Finalmente, se você assim como eu, se deu conta de que fomos atropelados por um trem chamado INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, também deve ter percebido a provocação para pensar a respeito do assunto. E fica aqui o convite pra seguirmos juntos.
Em tempo vale avisar que este texto não foi escrito uma IA, mas as reflexões e experiências que tem permeado meus últimos dias sim! E tem ido de discussões filosóficas, passando por cálculos de calorias, avaliações de diferentes mercados financeiros, estratégias de negócios, otimização de performance e obviamente entretenimento.
A cereja do bolo nessa jornada será adicionada por mãos humanas, pois em muito pouco tempo, tanto as INTELIGÊNCIAS ARTIFICIAIS terão mapeado todos os nossos padrões de comportamento, quando a maioria das pessoas já vai sacar as diferenças entre o que é NATURAL ou ARTIFICIAL.
Algumas coisas com sabor artificial idêntico ao natural podem enganar os desavisados por um tempo. Cópias, plágios e imitações talvez resistam um pouco, mas serão brutalmente desmascaradas, quando forem confrontadas com habilidades, conteúdos, atitudes, valores e verdades em conversas francas. E o que não tiver alicerce ou substância, vai ficar tão evidente quanto a diferença entre uma cereja e uma jujuba.
Fica o convite para um passeio entre as cerejeiras da INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, pois ainda estamos no outono, as cerejeiras no Brasil florescem entre julho e setembro, e as cerejas são colhidas entre novembro e janeiro.
Até lá, teremos um tempo para aprender e observar as diferenças entre a bala e a cereja, entrem quem ou o quê pode ser ARTIFICIAL E IDÊNTICO AO NATURAL.




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