domingo, 31 de dezembro de 2023

BALANÇO GERAL E RETROSPECTIVA - 31/12/2023

 
   

   O melhor ano das nossas vidas começa hoje!
   

   Hoje é domingo, né? Coincidência, sincronicidade ou sincericídios; tanto faz,  já havia uma previsão de que o futuro seria assim, e que os textos de domingo não seriam prisioneiros de um calendário, eles apareceriam quando houvesse uma ocasião relevante, e eis que estamos aqui, no último domingo, que é também o último dia do ano de 2023.

 O ano acabou e convém fazer um balanço, ao menos uma reflexão. Fica o convite para que quem me lê faça o mesmo. Por básico que pareça é sempre bom lembrar que a avaliação dos nossos objetivos, atingidos ou não, é o que nos permite planejar melhor.

 Por aqui a palavra que define o ano que se encerra é: " SUCESSO ", assim mesmo, GRANDÃO,  pra alegria de quem fez parte, de quem correu junto, sonhou, trabalhou e acreditou junto. 

 Sucesso objetivo nas contas que fecharam acima da média, nos compromissos cumpridos, e sucesso subjetivo, na sensação de dever cumprido.

 Sucesso não é sobre ganhar sempre, mas sobre ganhar mais do que perder e continuar no jogo, aprender com as perdas, corrigir a rota e compartilhar as vitórias!

 Entre as perdas inevitáveis, pra quem acredita na eternidade o jogo não acabou, só mudou de fase, e quem fica segue o plano!

 Entre as coisas que mudaram, tá tudo certo; "Nem tudo é eterno, mas algumas coisas permanecem"- já dizia Raul Seixas. 

 Quem me conhece sabe que costumo repetir algumas coisas, principalmente aquelas que se provam válidas através do tempo. Uma dessas constatações é que "não passa um ano na minha vida sem que eu conheça alguém legal, e que acaba fazendo parte da minha história." E não raro alguém assim acaba ficando, ou chega e  faz uma bagunça,  depois some, ou depois volta... Ou é alguém que eu acabo bagunçando, só pra sumir e reaparecer depois, sempre no bom sentido, no sentido de evoluir, ir pra frente, ou pelo menos no sentido de ver o mundo por perspectivas diferentes. E 2023 não foi diferente; entre encontros, desencontros, reencontros, e descobertas aos 42 do segundo tempo...

 As conclusões de planos de longo prazo não dariam certo sem as pessoas que fizeram parte do longo prazo! Sobrevivemos a governos malucos, uma pandemia mais maluca ainda, algumas guerras e solavancos na economia, e o mundo também sobreviveu. No médio prazo seguimos resilientes, evoluindo acima de tudo como pessoas e seres humanos. A  consequência disso é colher os frutos de um trabalho bem feito, e seguir trabalhando na semeadura dos próximos objetivos. 

 Pra quem foi chegando pra somar, sejam bem vindos! Aos demais um abraço.
 Pro ano que chega, seja bem vindo, mas fica um aviso: Vamos pra cima ainda mais do que antes!
 Pro ano que se vai; vá em paz, foi uma bela história...

 E para todos que chegaram até o fim deste texto, vocês de alguma forma estão fazendo parte de algo muito bacana que vai se movendo para o futuro! Na parte que me toca, só agradeço, por tudo. E da parte que lhes cabe, desejo que reflitam, e cheguem nas conclusões que vão levá-los ao seu próximo nível, ao seu sucesso objetivo, subjetivo, particular ou coletivo, e pra isso, no que precisar, conte comigo!

 Feliz 2024, e que este seja o melhor ano das nossas vidas!

 Baita Abraço.
                                                                                                                       Rinaldo Conti:.
 
 


sexta-feira, 8 de dezembro de 2023

A MATEMÁTICA DO TEMPO.

 


  Troquei um bom tempo da minha vida por dinheiro, depois troquei algum dinheiro pra ver se ganhava tempo. 

 Sozinho sempre produzi em escala aritmetica. Descobri na marra que nesse formato,  um objetivo só vence o tempo no cansaço, contando em décadas. Mas funciona bem! Começo, meio e fim.

 Trabalhar em equipe é muito bacana, mas é um desafio para um solitário por natureza.

 Compartilhar ideias, expectativas e motivação, é de certa forma fracionar a energia motriz de um projeto. 

 E se a vantagem desse formato reside nos resultados em escala geométrica, é indispensável compreender que a a conta é outra. E a forma de armar a equação também deve ser diferente.

 No fim, a forma determina não só a natureza das coisas, mas a sua existência, e nem todas as matrizes se aplicam á solução de um problema.

 É preciso observar pra saber a hora de fechar a conta e começar do zero. Nem sempre a gente acerta, mas sempre a gente aprende. 

  O tempo sempre será regressivo, deflacionário em volume, inflacionário em valor intangível, e disperdiçá-lo em contas que não fecham nunca será um bom negócio.

                                                                   Conti:.