Passamos do meio do mês que marca o meio do ano, e só vamos!
Eis o primeiro “texto de domingo”. A arma secreta sem calibre definido, a carta fora do baralho que virou a carta na manga e pode até virar o jogo, ou a desculpa perfeita para manter o ritmo.
Esta semana tivemos o dólar e o bitcoin caindo, perspectivas de diminuição na taxa de juros, uma guerra que continua no outro lado do mundo, e amigos que partiram, uns por um tempo, outros pra sempre e uns que não voltam mais... Perdemos o tecladista do R.P.M, Luiz Schiavon, que pra minha geração era a cara e o timbre dos teclados no Brasil, assim como Jean Michel Jarre foi para o mundo, nas décadas de 80 e 90. Teve lembranças e nostalgia sobre os shows do R.P.M.
Neste sentido de perdas e ganhos, de arte e expressão, esta semana tivemos mais trabalhos de estúdio em obras autorais, e em breve vai rolar uma nova canção para ser compartilhada com uma qualidade bacana, para que aqueles que curtirem possam ouvir nos seus fones, telefones, no carro, ou em qualquer lugar. Na mesma esteira, vem as atualizações do blog, e o primeiro texto de domingo.
Sem pretensões artísticas exacerbadas, mas os textos e músicas guardadas não cumprem a sua função no mundo. Se não agradar a todos os ouvintes e leitores para os que gostarem o diálogo estará aberto, e o material disponível. Entreter quem está afim de ler umas linhas ou ouvir alguns versos, esta é a intenção. Falar com os amigos, sem ter que escrever de um a um, afinal o carinho e a vontade de dar um abraço em todo mundo são os mesmos, mas o tempo é escasso, e a gente às vezes mal responde as mensagens que chegam.
Então é essa a bula do texto de domingo, que vai ficar disponível como um amigo, sentado na frente de casa, com um chimarrão e umas mexericas num dia frio e ensolarado, esperando feliz aqueles que chegarem ou estiverem de passagem. Ficam os textos e as músicas à disposição para entreter, como aquele músico que toca nos restaurantes durante os almoços de domingo, só pra fazer uma sala, e um fundo agradável aos convidados, arte pela arte.
Eis um registro genérico do que vem pela frente. E como aquilo o que nos inspira tende a ser mais um diálogo do que um monólogo, sugestões opiniões, críticas e comentários são sempre muito bem vindos. Você pode também entrar em contato direto pelo instagram.
Fico por aqui na intenção de que o seu domingo tenha sido bom, que o texto embora breve tenha sido agradável, e desejo que a sua semana comece na melhor sintonia com os seus objetivos.
Baita abraço!
Eu sou o Conti, e este foi o primeiro texto de domingo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário